De
R a 3 de Dezembro de 2009 às 15:18
Fumaça? Onde???
De
capote a 6 de Dezembro de 2009 às 23:01
Este acordo será, na minha opinião, o maior desacordo da história, mas enfim, parece que mais tarde ou mais cedo temos mesmo que levar com ele.
Capote
De A. Lemos a 17 de Dezembro de 2009 às 02:50
Temos, apenas se quisermos. Parece que não queremos e que a Língua portuguesa não está ao alcance dos «tratados» desta gentalha.
Espero que a coisa não vá a mais, mas não tenciono mudar em nada o modo de escrever.
De Luíza a 6 de Dezembro de 2009 às 23:13
O acordo é uma imbecilidade. O Brasil, a nova nação emergente inventou e ou trouxas foram atrás.
E desde quando a língua é estática e culturas diferentes tem que falar igual?
Os ingleses e os americanos, anglo-saxões, esqueci deste detalhe sórdido, nunca fizeram essa asneira.
De Luíza a 6 de Dezembro de 2009 às 23:14
O acordo é uma imbecilidade. O Brasil, a nova nação emergente inventou e os trouxas foram atrás.
E desde quando a língua é estática e culturas diferentes tem que falar igual?
Os ingleses e os americanos, anglo-saxões, esqueci deste detalhe sórdido, nunca fizeram essa asneira.
Para mim, como aluna do secundário, este acordo é patético, mas mais patético ainda é irmos a exame de português sem estar definido se devemos aplicar o acordo ou não, ou seja, as perguntas podem ser colocadas e respondidas com ou sem o acordo, ficando à vontade de cada um, o que não me parece muito boa política e, garanto-vos, é bastante confuso para os alunos ter, por exemplo, que estudar por duas gramáticas diferentes.
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Para mim, como aluna do secundário, este acordo é patético, mas mais patético ainda é irmos a exame de português sem estar definido se devemos aplicar o acordo ou não, ou seja, as perguntas podem ser colocadas e respondidas com ou sem o acordo, ficando à vontade de cada um, o que não me parece muito boa política e, garanto-vos, é bastante confuso para os alunos ter, por exemplo, que estudar por duas gramáticas diferentes. <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>PS-</A> sou contra o acordo, pois acho que a língua é também a nossa cultura e ao aceitarmos este acordo estamos a perder uma importante parte da nossa cultura, da nossa identidade.
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